Wednesday, January 10, 2007

Absorvente

Acordou um dia com um sangue que lhe saía dias antes, forte e em pedaços que molharam as calças apenas por dentro, um veludo cotelê verde porque essa era sua cor preferida. A tinha em miçangas nos braços, meias, lãs. Estranhou o adianto da regra que lhe incomodava sempre até que um dia aprendeu segregá-la em tampões que naquele dia e hora não encontrou. Rasgou um pedaço da toalha do banheiro, então.

1 comment:

Cesar Oliveira said...

Muito bom seus textos. GOstei de te ler